Plano de rua · Baixada Santista · 20 de setembro a 3 de outubro
Monielle Freitas
Deputada estadual por São Paulo · Partido Missão · candidatura deferida no TSE
14333
Catorze dias de rua até a véspera da eleição, com dia, bairro, ponto de encontro,
trajeto e horário fechados. 11 caminhadas e 3 ações de ponto fixo, 18,4 km de
calçada medidos um a um. Os pontos não foram escolhidos no mapa de cabeça: cada manhã cai numa
feira livre municipal — o calendário oficial da Prefeitura de Santos —, e os dias sem feira
vão para terminal, centro e orla, onde o fluxo é de transporte e comércio.
Para tirar foto da tela
Colinha — as 6 telas, na ordem da urna
Dite nesta ordem: começa no deputado federal, termina no presidente — o
contrário da ordem em que a gente fala. Quem recita “presidente, senador, deputado” faz o eleitor
embaralhar a sequência dentro da cabine.
Colinha da urnaEleição de 4 de outubro de 2026
1Deputado federal4 dígitos1456Caio Mendonça
2Deputado estadual5 dígitos14333Monielle Freitas
31º senador3 dígitos144Guto Schiavetto
42º senador3 dígitosescrever à mão
5Governador2 dígitosescrever à mão
6Presidente2 dígitos14Renan Santos
São 6 votos — dois deles para o Senado.
Confira a foto e o nome na tela antes de apertar CONFIRMA.
Tire uma foto desta tela e leve no celular. As duas linhas
em branco — 2º senador e governador — se escrevem à mão, com o que a campanha orientar no dia.
Número não se improvisa na rua.
Som da campanha
O jingle
O jingle oficial da campanha, publicado em 12 de setembro no canal dela.
É esse que toca no carro de som e é esse que o voluntário canta.
O bordão, para cantar junto
É 14-333!
É esse o bordão do jingle, e é ele que se canta na rua: o número sai
dígito a dígito — um, quatro, três, três, três. O resto da letra fala da Baixada,
da coragem de ser a voz da região e de São Paulo mudar de vez; ouça no player acima e
cante junto.
Texto do site da candidata, resumido para a rua. O voluntário não precisa
decorar as quatro: precisa saber qual delas responde ao que a pessoa na calçada acabou de reclamar.
Baixada Santista Forte
Integrar as nove cidades por transporte, infraestrutura e turismo: transporte moderno entre
os municípios, ampliação do aeroporto, parques e centros de eventos, turismo histórico,
ecológico, esportivo e náutico.
Tolerância zero com o crime
Segurança por tecnologia e integração das polícias: câmeras, cercamento eletrônico e troca
de informação entre municípios; cobrança de efetivo, viaturas, delegacias e investigação;
proteção em escolas e no transporte.
Comunidade digna
Reurbanização, regularização fundiária e saneamento: pavimentação, drenagem, iluminação,
áreas de lazer, coleta e tratamento de esgoto, documento para quem vive em imóvel irregular e
saída digna para quem mora em área de risco.
Infância protegida
Busca ativa e permanência escolar, esporte e qualificação, combate ao aliciamento de
menores; debate sobre maioridade penal para crime grave, fiscalização das medidas
socioeducativas e da estrutura da Fundação Casa.
A linguagem que funciona na calçada
A força de uma deputada estadual tem dois nomes concretos, e é com
eles que se fala: emenda e cobrança. “Vou mandar emenda para pavimentar a
sua rua.” “Vou cobrar a Sabesp pelo esgoto deste bairro.” “Vou brigar por bônus
para o policial que tira o crime da rua.”
Dito assim, é verificável — e o eleitor pode cobrar depois. É
exatamente o que separa quem vai trabalhar de quem só promete.
Na voz dela
O que ela defende em vídeo
Três propostas que ela apresenta nos próprios vídeos de campanha. Vale o
voluntário assistir antes de ir para a rua: é o argumento dela, no tom dela, e é o que o eleitor
pode ter visto no celular.
Bônus para o policial que recupera celular
Defende premiar por produtividade o policial que recupera aparelhos roubados, usando como
precedente a bonificação que, segundo ela, fez a recuperação de veículos disparar em São Paulo.
O alvo declarado é a receptação: sem comprador, o roubo perde sentido.
Apresentada como uma das 14 propostas da Baixada Santista Forte: a pista de 1.350 m
de Itanhaém pode receber voo regional. O compromisso que ela assume cabe no cargo — enviar
emendas e pressionar a Artesp pelas concessões que liberem o voo comercial, para tirar
carro da estrada e movimentar a economia do litoral sul.
No lançamento do marco nacional de desfavelização, no Jardim Panorama, ao lado de Renan
Santos: levar saneamento e segurança e devolver ao Estado o território tomado pelo crime,
entregando ao morador título de propriedade com uma contrapartida mensal pequena, na
faixa de R$ 30 a R$ 50 — menos que aluguel, e que existe para criar compromisso, não renda.
Fundador do MBL e presidente do Partido Missão.
É o “chapéu” nacional da chapa, e as bandeiras dele que a Monielle repete na Baixada são:
Desfavelização — título de propriedade para o morador, com parcela na faixa de
R$ 30 a R$ 50.
Destruir o crime organizado, com a Baixada Santista citada nominalmente.
Sete propostas para o policial, a pauta que também sustenta a campanha do Caio.
O partido tem jingle presidencial próprio, “A Vingança
do Povo”. É obra registrada: não se usa a melodia em peça nossa sem autorização escrita.
1456
Caio Mendonça — deputado federal
Estará presente na panfletagem. Agente da
Polícia Federal — nomeação e promoção publicadas no Diário Oficial da União, com registro no
TCU. É agente, não delegado: ninguém escreve “delegado” em material nosso.
Regime jurídico mais duro para facção, inclusive para quem comanda de dentro do presídio.
Ciclo completo de polícia.
Reestruturação das carreiras policiais.
Reforma do processo penal, para a pena ser cumprida de fato.
Pacote antilavagem, com o COAF fortalecido.
Na calçada, diga o efeito, não o rótulo técnico:
“isolar o chefe da facção e cortar o dinheiro dele”.
Ele nasceu em Cubatão e ela também. Os dois falam em nome da Baixada e as pautas se
completam sem repetir: ela cobra o Estado (moradia, saneamento, turismo, polícia estadual), ele
ataca o crime organizado e a lavagem de dinheiro em Brasília.
O calendário
Catorze dias, catorze ações
Cada dia tem tipo, ponto de encontro, trajeto e relógio. Os horários da manhã
estão colados no funcionamento das feiras (7h às 12h, 12h30 nos fins de semana), que é quando a
calçada está cheia.
07:40concentraçãoTodo mundo no ponto X. Briefing de 5 minutos, divisão do material e das calçadas.
08:00saídaComeça a panfletagem, 2.10 km pela frente, conversando pelo caminho.
09:20chegada ao Y80 min de trajeto, no ritmo de quem para e fala.
09:50parada no Y30 minutos parados no ponto de maior fluxo.
10:20retorno ao XVolta pelo mesmo trajeto, 30 min, entregando o que sobrou.
Por que aqui Feira da Encruzilhada, quarta, 7h–12h (R. Cunha Moreira, entre Senador Feijó e Ana Costa) e depois a descida da Av. Ana Costa, o eixo comercial que liga o bairro à orla.
2º turno (opcional) 17h30–19h30 · fixo no cruzamento Ana Costa × Canal 2.
Praça das Bandeiras - panoramio.jpg · foto de Emilio Pechini (CC BY 3.0), via Wikimedia CommonsTrajeto X → Y medido sobre o OpenStreetMap
07:40concentraçãoTodo mundo no ponto X. Briefing de 5 minutos, divisão do material e das calçadas.
08:00saídaComeça a panfletagem, 0.63 km pela frente, conversando pelo caminho.
08:25chegada ao Y25 min de trajeto, no ritmo de quem para e fala.
09:25parada no Y60 minutos parados no ponto de maior fluxo.
09:35retorno ao XVolta pelo mesmo trajeto, 10 min, entregando o que sobrou.
Por que aqui Feira da Vila Belmiro, quinta, 7h–12h (R. Pedro Álvares Cabral e travessas). Trajeto curto: compensa com uma hora parada no entorno do estádio e ronda no comércio da R. Princesa Isabel.
2º turno (opcional) 17h30–19h30 · fixo na Av. Ana Costa, altura do Canal 2.
07:40concentraçãoTodo mundo no ponto X. Briefing de 5 minutos, divisão do material e das calçadas.
08:00saídaComeça a panfletagem, 0.95 km pela frente, conversando pelo caminho.
08:35chegada ao Y35 min de trajeto, no ritmo de quem para e fala.
09:20parada no Y45 minutos parados no ponto de maior fluxo.
09:35retorno ao XVolta pelo mesmo trajeto, 15 min, entregando o que sobrou.
Por que aqui Feira da Ponta da Praia, sexta, 7h–12h (Av. dos Bancários e travessa da R. República do Peru). Y no Aquário: ponto turístico com fluxo o dia inteiro.
2º turno (opcional) 17h30–19h30 · fixo na fila do ferry-boat (Av. Almirante Saldanha da Gama).
Praça Coração de Maria - Ponta da Praia - Santos - panoramio.jpg · foto de Emilio Pechini (CC BY 3.0), via Wikimedia CommonsTrajeto X → Y medido sobre o OpenStreetMap
07:40concentraçãoTodo mundo no ponto X. Briefing de 5 minutos, divisão do material e das calçadas.
08:00saídaComeça a panfletagem, 1.87 km pela frente, conversando pelo caminho.
09:10chegada ao Y70 min de trajeto, no ritmo de quem para e fala.
09:40parada no Y30 minutos parados no ponto de maior fluxo.
10:10retorno ao XVolta pelo mesmo trajeto, 30 min, entregando o que sobrou.
Por que aqui Feira do Castelo, sábado, 7h–12h30 (Av. Afonso Schimidt, entre Armando A. Alcântara e Marcos Vendramini). A Zona Noroeste concentra a população que mais usa serviço público — é o território das propostas 3 e 4.
2º turno (opcional) 17h30–19h30 · fixo na Av. N. Sra. de Fátima, altura do comércio.
07:40concentraçãoTodo mundo no ponto X. Briefing de 5 minutos, divisão do material e das calçadas.
08:00saídaComeça a panfletagem, 2.54 km pela frente, conversando pelo caminho.
09:35chegada ao Y95 min de trajeto, no ritmo de quem para e fala.
10:05parada no Y30 minutos parados no ponto de maior fluxo.
10:45retorno ao XVolta pelo mesmo trajeto, 40 min, entregando o que sobrou.
Por que aqui Feira do Rádio Clube, domingo, 7h–12h30 (R. Roberto Silveira, lado esquerdo da Pça. Dr. Jerônimo de La Terza). É o maior trajeto do calendário: 2,5 km de bairro denso.
11:10concentraçãoTodo mundo no posto 1. Briefing e divisão das duas equipes.
11:30inícioEquipes nos dois postos. Ninguém sai do posto sem avisar.
14:00encerramentoRecolhe o material que sobrou, conta quem veio e fecha no grupo.
Por que aqui Segunda sem feira. Horário de almoço do comércio e do funcionalismo: a Praça Mauá e a XV concentram servidor público, bancário e comerciário no mesmo intervalo.
2º turno (opcional) 17h30–19h30 · fixo na Rodoviária (Pça. dos Andradas).
Bolsa do Café 08 (Caminho do Anhanguera).jpg · foto de Fernando Mafra from São Paulo, Brasil (CC BY-SA 2.0), via Wikimedia CommonsOs dois postos do dia
07:40concentraçãoTodo mundo no ponto X. Briefing de 5 minutos, divisão do material e das calçadas.
08:00saídaComeça a panfletagem, 1.54 km pela frente, conversando pelo caminho.
09:00chegada ao Y60 min de trajeto, no ritmo de quem para e fala.
09:30parada no Y30 minutos parados no ponto de maior fluxo.
09:55retorno ao XVolta pelo mesmo trajeto, 25 min, entregando o que sobrou.
Por que aqui Feira da Vila Mathias, terça, 7h–12h (R. Prudente de Moraes, entre Sen. Pinheiro Machado e Antonio Bento), terminando na Rodoviária — passageiro de toda a Baixada.
2º turno (opcional) 17h30–19h30 · fixo no Terminal Rodoviário.
Estação Rodoviária de Santos 01.jpg · foto de Sturm (CC BY-SA 4.0), via Wikimedia CommonsTrajeto X → Y medido sobre o OpenStreetMap
07:40concentraçãoTodo mundo no ponto X. Briefing de 5 minutos, divisão do material e das calçadas.
08:00saídaComeça a panfletagem, 1.26 km pela frente, conversando pelo caminho.
08:45chegada ao Y45 min de trajeto, no ritmo de quem para e fala.
09:15parada no Y30 minutos parados no ponto de maior fluxo.
09:35retorno ao XVolta pelo mesmo trajeto, 20 min, entregando o que sobrou.
Por que aqui Feira do Embaré, quinta, 7h–12h (Av. Pedro Lessa, entre Sen. Dantas e Frei Vital). Y na calçada pública do Praiamar — dentro do shopping é propriedade privada e só com autorização.
2º turno (opcional) 17h30–19h30 · fixo na calçada do Praiamar.
Caixa d'água da Av. Pedro Lessa - panoramio.jpg · foto de Emilio Pechini (CC BY 3.0), via Wikimedia CommonsTrajeto X → Y medido sobre o OpenStreetMap
07:40concentraçãoTodo mundo no ponto X. Briefing de 5 minutos, divisão do material e das calçadas.
08:00saídaComeça a panfletagem, 1.93 km pela frente, conversando pelo caminho.
09:10chegada ao Y70 min de trajeto, no ritmo de quem para e fala.
09:40parada no Y30 minutos parados no ponto de maior fluxo.
10:10retorno ao XVolta pelo mesmo trajeto, 30 min, entregando o que sobrou.
Por que aqui Feira do Macuco, sexta, 7h–12h (Av. Conselheiro Rodrigues Alves e travessa da R. Batista Pereira), terminando no Mercado Municipal — que junta comprador e comerciante de toda a cidade no mesmo quarteirão.
2º turno (opcional) 17h30–19h30 · fixo na esquina da Av. Afonso Pena com a Rodrigues Alves.
Rua Sete de Setembro no Mercado - panoramio.jpg · foto de Emilio Pechini (CC BY 3.0), via Wikimedia CommonsTrajeto X → Y medido sobre o OpenStreetMap
15:40concentraçãoTodo mundo no posto 1. Briefing e divisão das duas equipes.
16:00inícioEquipes nos dois postos. Ninguém sai do posto sem avisar.
20:00encerramentoRecolhe o material que sobrou, conta quem veio e fecha no grupo.
Por que aqui Véspera da eleição e último dia em que a lei permite panfletagem, caminhada e carro de som — até as 22h. Sábado de tarde no ponto de maior circulação da orla, com todo o grupo junto: é o dia de fechar com número.
Praça das Bandeiras - panoramio.jpg · foto de Emilio Pechini (CC BY 3.0), via Wikimedia CommonsOs dois postos do dia
Visão geral
Os catorze pontos no mapa de Santos
ponto de encontro de caminhada ação de ponto fixo trajeto percorrido a pénúmero = dia do calendário
Como cada ação funciona
A anatomia de um dia
1. Concentração (20 min antes). Todo mundo chega no ponto X. Briefing de cinco minutos:
o que se fala hoje, quem fica em qual calçada, quantos panfletos cada um leva.
2. Saída. A caminhada anda devagar de propósito: panfletagem é conversa, não entrega.
Panfleto na mão de quem não olhou no olho vira lixo na calçada.
3. Chegada ao Y e meia hora parados. No ponto de maior fluxo a equipe fica fixa —
é onde entra a foto, o carro de som (se houver) e o volume maior de entrega.
4. Retorno. Volta pelo mesmo trajeto, mais rápido, entregando o que sobrou na outra
calçada. Quem entregou recolhe o que ficou no chão.
O trajeto é proposta, não ordem. Quem está na rua enxerga o que o mapa não mostra:
obra, feira que acabou mais cedo, rua vazia, comércio fechado. O responsável do dia pode mudar
percurso e horário no local — com uma condição: avisar no grupo antes de mudar, para
quem está a caminho não chegar num ponto vazio.
De onde saem os números
distância
Roteamento a pé real sobre a malha viária do OpenStreetMap, de X a Y — não é linha reta no mapa.
ritmo de ida
1,6 km/h. É o ritmo de quem para, cumprimenta, fala e entrega — não o de quem caminha.
ritmo de volta
4 km/h, sem panfletar.
parada no Y
30 minutos (45 na Ponta da Praia, 60 na Vila Belmiro, onde o trajeto é curto).
feiras
Dia, horário e rua saem do calendário oficial de feiras livres da Prefeitura de Santos, atualizado em 11/03/2026.
arredondamento
Os tempos de caminhada são arredondados para 5 minutos.
O que pode e o que não pode
Regras de rua
Campanha aberta desde 15 de agosto: pedir voto é lícito. O que derruba uma
candidatura não é o pedido de voto — é o resto.
art. 41-A
Nunca prometa dinheiro, emprego, cargo ou vantagem
em troca de voto ou de presença. Isso é captação ilícita de sufrágio: multa e cassação do
registro da candidata. Vale para “aparece lá que eu te ajudo”.
art. 39, §11
Carro de som só em caminhada, carreata, passeata,
reunião ou comício, no limite de 80 decibéis medidos a 7 metros do veículo. Carro de som
circulando sozinho pelo bairro não é permitido.
art. 39, §9º
Até as 22h de 3 de outubro valem distribuição
de material, caminhada, carreata e carro de som. Depois disso, acabou.
art. 39, §5º, II art. 39-A
No dia 4 de outubro não há
panfletagem. Boca de urna é crime, e aglomeração com roupa ou material padronizado é
vedada. Só a manifestação individual e silenciosa: adesivo, broche, camiseta, sozinho.
art. 37
Nada colado, pintado ou fixado em bem público —
poste, muro, viaduto, passarela, placa de sinalização, árvore. Panfleto vai para a mão da
pessoa, e só.
propriedade privada
Shopping, supermercado e galeria são
propriedade privada: só com autorização do dono. A calçada é pública — é nela que a
equipe fica.
bom senso
Não entre em fila de posto de saúde, velório ou
escola em horário de entrada. Não discuta com adversário: quem discute perde o próximo
eleitor, que está olhando.
santinho no chão
Quem entrega, recolhe. Papel espalhado na
calçada vira multa por poluição, foto do adversário e desgaste com o morador.
Quem vai
Ficha do voluntário
Preencha e mande a mensagem no grupo Eventos: Panfletagem. É por essa
ficha que a equipe sabe quantos panfletos levar, quantos carros precisa e quem cobrir em cada
ponto. Os seus dados vão só para a equipe de mobilização.